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Bancários aprovam proposta; fim da greve depende de assembleias

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25 de setembro, 2012 por Poliana Nunes

O Comando Nacional de Greve dos bancários considerou positiva a contraproposta oferecida nesta terça-feira pela Federação Nacional de Bancos (Fenaban). Segundo a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Moreira, o comando de greve vai recomendar a aprovação do acordo nas assembleias regionais que ocorrerão nesta quarta-feira em todo o País. "Teve avanços nos pontos que a gente tinha apontado que era importante avançar", disse.A proposta da Fenaban concede reajuste de 7,5% (2% de aumento real), elevação do piso da categoria e do vale-refeição e vale-alimentação em 8,5% (2,95% de reajuste sobre a inflação). Os bancários reivindicavam reajuste de 10,25%, o que significa 5% de aumento descontada a inflação do período. Antes da greve, iniciada no dia 18 de setembro, os bancos tinham proposto elevar os salários da categoria em 6%, o que garantiria um ganho real de 0,58%.Em pouco mais de uma semana de greve o movimento conseguiu paralisar 9,3 mil agências em todo o País, segundo os sindicatos. Somente na região que engloba São Paulo, Osasco e mais 15 municípios, 35 mil bancários pararam suas atividades, pouco mais que 25% do total.Caso a proposta dos banqueiros seja aprovada nas 137 assembleias que devem ocorrer nesta quarta-feira, o funcionamento dos bancos pode ser normalizado na quinta-feira.EntendaOs bancários aprovaram greve por tempo indeterminado nas assembleias realizadas em todo o País no dia 12 de setembro. A categoria rejeitou a proposta dos bancos, de reajuste de 6%, que foi considerado insuficiente. Os bancários reclamam da falta de diálogo e negociação com as instituições financeiras.A categoria quer reajuste salarial de 10,25%, com 5% de aumento real, e o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de três salários mais R$ 4,961,25 fixos. A categoria também exige a criação de planos de cargos, carreiras e salários para todos os bancários, entre outras reivindicações.Fonte: Agência Brasil 

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