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Profissionais formados em Gestão de Agronegócios devem registrar-se nos Conselhos Regionais de Administração

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17 de janeiro, 2013 por Poliana Nunes

Por unanimidade, a 8.ª Turma deu provimento a recurso proposto por analista de agronegócio que teve o registro profissional negado pelo Conselho Regional de Administração de Minas Gerais (CRA/MG), sob o argumento de que o referido curso “possui maior afinidade com o curso de economia”.O analista recorreu contra a sentença, que julgou improcedente o pedido, ao fundamento de que “o Ministério do Trabalho classifica o analista de agronegócio (gestor) como sinônimo de economista”. O Juízo de primeiro grau entendeu que “não há como compelir o CRA/MG a inserir em seus registros, profissional com qualificação diversa daquela que lhe compete fiscalizar”.Na apelação, o recorrente sustenta que possui qualificação acadêmica necessária, porque concluiu o curso de formação específica, na forma disciplinada pela Resolução 1, de 27/01/1999, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, preenchendo os requisitos legais para a obtenção do registro prévio.Ao analisar o caso, a relatora, desembargadora federal Maria do Carmo Cardoso, deu razão ao apelante. Segundo a magistrada, o Conselho Federal de Administração (CFA) editou a Resolução 374, de 12/11/2009, que aprovou o registro profissional nos Conselhos Regionais de Administração dos diplomados em curso superior de Tecnologia em determinada área de Administração, dentre os quais o Curso Superior de Gestão em Agronegócio e Gestão de Agronegócios.“Nesse sentido, não assiste razão o Conselho, ora impetrado, ao afirmar que o curso de gestão de agronegócio possui maior afinidade com o curso de economia”, afirmou a relatora em seu voto.Com tais fundamentos, deu provimento à apelação.Processo relacionado: 0012606-98.2006.4.01.3811Fonte: TRF da 1ª Região – 17/01/2013  

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