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O GLOBO: SERVIDORES DA CÂMARA CRITICAM TROCA DE PLANO

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13 de janeiro, 2009 por Poliana Nunes

Em assembleia hoje, servidores ativos e inativos da Câmara dos Deputados devem desautorizar a negociação, encaminhada pelo presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo (Sindilegis), Magno Mello, para trocar o serviço de atendimento médico do Pró-Saúde para a Amil, que seria contratada sem licitação. A proposta, que chegou a ser aprovada pela Mesa da Câmara, com apoio do presidente Arlindo Chinaglia (PT-SP), tem a oposição do primeiro-secretário, Osmar Serraglio (PMDB-PR), de servidores já atendidos pelo Pro-Saúde e da cúpula da diretoria da Casa. Mello admite que a proposta causou revolta entre os atuais beneficiados, que temem a piora no atendimento com a entrada de 12 mil funcionários comissionados. Serraglio passou a tarde de ontem reunido com a diretoria da Casa, e Chinaglia encaminhou consulta ao Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a legalidade da contratação de um novo plano, via Sindilegis, sem licitação. A polêmica causada e a insatisfação entre os servidores concursados podem levar a um recuo da Mesa. Segundo Serraglio, pode sair um acordo em que os segurados aceitam a inclusão dos 12 mil comissionados e até estão dispostos a pagar mais, desde que o atual plano seja mantido. – No escuro não dá para fechar. Tenho andado por todos os cantos e não vejo ninguém contente com a mudança. É esquisito – disse Serraglio. O presidente do Sindilegis admite que pode haver desaprovação na assembleia hoje. E que tem sido alvo de xingamentos por onde passa. – O discurso dos diretores da Câmara de que a Amil vai atender mal e matar gente contaminou a categoria. Estou sofrendo acusações absurdas de ter participado de negociatas, de ter levado o povo da Amil lá para convencer o Chinaglia. Mas não vou ver a cor desse dinheiro – disse Magno Mello.

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