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O Globo: Senado defende hora extra polêmica

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24 de fevereiro, 2012 por Poliana Nunes

Mesmo com o feriado de carnaval, servidores do Senado se mobilizaram por causa de uma ação popular que tramita na 5 Vara Federal, em Porto Alegre, que contesta o pagamento de hora extra pelo Senado a servidores da Casa, em janeiro de 2009, em pleno recesso parlamentar. A ação, ajuizada em março de 2009, envolve 3.883 servidores que teriam sido beneficiados, com um custo de R$ 6,2 milhões. O Senado argumentou, nos recursos apresentados, que a decisão de pagamento de hora extra é correta e que vários departamentos da Casa estavam em funcionamento, como a gráfica.A Casa informou ainda que a despesa total foi de R$ 6.252.008,92, e que vários servidores já haviam devolvido o dinheiro. Mas a devolução foi de apenas R$ 531.421,90. Essa polêmica foi revelada ontem pela coluna Panorama Político, do GLOBO.O Senado conseguiu reverter uma primeira decisão preliminar, que determinava o ressarcimento imediato dos valores pagos aos servidores, mantendo a discussão até o julgamento do mérito. Mas a Justiça Federal determinou a citação nominal, por edital, dos servidores que teriam recebido hora extra, dando prazo para que se manifestem no processo.O Sindicado dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis) ofereceu assessoria jurídica para os servidores, que deveriam fazer o pedido até o último dia 20. Mas alguns servidores procuraram outras entidades ou advogados particulares. Em seu site oficial, o Sindilegis explica que servidores do Senado que tiveram seus nomes listados no edital de citação, pela decisão, tinham prazo para apresentar sua defesa nos autos."Caso o servidor não se manifeste até o prazo indicado, poderá ser obrigado a devolver os valores recebidos mesmo que a ação termine em êxito em favor do Senado."A primeira decisão da Justiça ocorreu em novembro de 2011, e a determinação de citação por edital foi reforçada em janeiro deste ano. Por isso, a própria direção do Senado enviou comunicado aos servidores da determinação.Fonte: O Globo – 24/02/2012

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