logo wagner advogados
Há mais de 30 anos defendendo exclusivamente os trabalhadores | OAB/RS 1419
Presente em 13 estados.

FOLHA DE S. PAULO: BANCÁRIOS DAS PRINCIPAIS CAPITAIS ENCERRAM GREVE; CEF SEGUE PARALISADA

Home / Informativos / Leis e Notícias /

09 de outubro, 2009 por Poliana Nunes

Após
15 dias de greve, os bancários das principais capitais do país resolveram
aceitar a nova proposta salarial oferecida pela Fenaban (braço sindical da
Febraban РFedera̤̣o Brasileira dos Bancos) e encerrar a paralisa̤̣o. As
informações são da Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo
Financeiro), que colheu resultados de diversas assembleias regionais até as
21h30.

 

A
paralisação foi encerrada nos bancos privados, mas segue entre os empregados da
Caixa Econômica Federal, que decidiram permanecer em greve por tempo
indeterminado. Não houve avanços na negociação específica realizada entre o
banco e comando nacional de greve, em São Paulo, afirma a Contraf.

 

No
caso do Banco do Brasil, a greve foi encerrada em São Paulo, Rio de Janeiro,
Florianópolis, Curitiba, Alagoas, Mato Grosso, entre outras. Já em Brasília,
Porto Alegre e Ceará a proposta foi recusada. Novas assembleias devem ser
realizadas. Veja no site da Contraf a situação em todos os Estados.

 

Proposta

A
proposta da Fenaban foi apresentada nesta quarta-feira ao Comando Nacional dos
Bancários, que levou como indicação aos sindicatos estaduais a saída da greve e
aceitação da proposta. A proposta de reajuste salarial era de 6%. Na primeira
reunião de negociação, a federação tinha oferecido reajuste de 4,5%.

 

Além
do reajuste, a Fenaban manteve o teto de distribuição do PLR (Participação nos
Lucros ou Resultados) em 2% do lucro líquido dos bancos aos funcionários e teto
de R$ 2.100.

 

nicialmente,
os bancários pediram reajuste de 10%, além de PLR (Participação nos Lucros ou
Resultados) composta por três salários mais valor fixo de R$ 3.850. A proposta
da Fenaban previa pagamento de 1,5 salário, limitado a R$ 10 mil e a 4% do
lucro líquido do banco. Os trabalhadores pediam também proteção ao emprego,
mais contratações, além do “fim do assédio moral e das metas
abusivas”.

 

Segundo
a Contraf, mais de 35% das quase 20 mil agências bancárias e postos de trabalho
ficaram paralisadas, percentual três vezes maior em comparação ao início da
greve.

 

Fonte:
Folha on Line

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

App - Wagner Advogados