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O GLobo: servidores de universidades rejeitam proposta do governo

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10 de agosto, 2012 por Poliana Nunes

BRASÍLIA – Os servidores técnico-administrativos das universidades e institutos federais de ensino rejeitaram a proposta de reajuste de 15,8%, parcelada em três anos, apresentada pelo Ministério do Planejamento. Em reunião na tarde desta sexta-feira, a categoria avisou que só aceitará esse índice se ele for pago integralmente em 2013, e não até 2015, o que já foi descartado pelo secretário de Relações do Trabalho, Sérgio Mendonça.De acordo com Janine Vieira Teixeira, coordenadora-geral da Federação do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (Fasubra), para que a categoria aceite o parcelamento em três anos, o governo deve oferecer, no mínimo, 25% de aumento nos contracheques.- Já estamos com 90% das universidades paradas. Não estamos realizando matrícula. Não vamos sair de mãos abanando _ afirmou a coordenadora-geral.Na próxima terça-feira, eles vão voltar a se reunir com o secretário de Relações de Trabalho para ouvir uma resposta.Enquanto representantes de dois sindicatos da categoria, a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores nas Universidades Brasileiras (Fasubra) e o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica e Tecnológica (Sinasefe), cerca de 60 servidores faziam manifestação em frente ao ministério.De braços cruzados desde 11 de junho, os servidores das universidades querem um aumento de 22,8% no piso salarial, atualmente em R$ 1.034, além de correções da carreira desde 2007.No ano passado, os servidores técnico-administrativos fizeram uma greve de mais de 100 dias, mas foram vencidos pelo cansaço. Em um cenário de menos resistência do funcionalismo que o atual, a equipe econômica bateu o pé e excluiu a Fasubra das reuniões, sob o argumento de que não negociaria com categorias em greve.Fonte: O Globo – 10.08.2012  

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