O que servidores querem saber dos presidenciáveis
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21 de setembro, 2026
Servidores do funcionalismo federal cobram respostas sobre pautas que vão do contracheque à política externa
Um piso salarial de R$ 17,7 mil para cargos de nível superior, um inédito “auxílio-nutrição” de R$ 1,3 mil para aposentados e a revogação sumária das reformas Trabalhista e da Previdência. É esta a fatura direta que a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal, representante dos servidores públicos, acaba de colocar na mesa dos principais candidatos ao Planalto.
As cobranças integram uma carta com 23 tópicos enviada às campanhas eleitorais na quarta-feira, 9. No documento, a entidade exige que os presidenciáveis respondam se são a favor ou contra cada uma das propostas para expor o resultado aos servidores.
O texto cobra compromisso com o fim do arcabouço fiscal, a taxação de grandes fortunas e a extinção de todas as emendas parlamentares. A lista inclui ainda a pressão pelo fim da escala de trabalho de seis dias na semana.
A pedida não é pouca, claro, mas na disputa eleitoral quem sabe um aceno simpático às exigências não garanta o carinho de boa parte do 1,1 milhão de servidores federais espalhados pelo país.
Fonte: Amado Mundo via Condsef/Fenadsefe